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SENGE-RS manifesta preocupação com planejamentos para Copa e Olimpíada

 

Com a escolha do Brasil para sediar os jogos da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016, a maioria dos brasileiros começa a conviver com uma prática essencial para o sucesso, seja no âmbito público, privado ou pessoal: o planejamento.

É neste sentido que O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio Grande do Sul (SENGE-RS) tem se manifestado com preocupação em relação às indefinições de responsabilidades entre governos municipal, estadual e federal e à falta de planejamento para a execução das obras da Copa do Mundo de 2014.

Segundo o presidente do SENGE-RS, José Luiz Azambuja, as possibilidades de reestruturação que a região metropolitana de Porto Alegre há anos necessita , têm sido proteladas em função da morosidade dos processos políticos de discussão de alternativas.
As obras essenciais apontadas pelo comitê organizador da FIFA, como a nova linha de metrô, a duplicação das avenidas Beira-Rio e Tronco e a construção da cobertura do Estádio do Internacional, entre outras, são execuções de grande porte que, para Azambuja, exigem longo período de planejamento e qualificação dos engenheiros e demais profissionais da construção civil.

“Para que tais obras se iniciem em março de 2010, como prevê o cronograma da FIFA, estas indefinições já deveriam estar superadas, tendo em vista que não é possível desenvolver projetos de tamanha magnitude em tão pouco tempo”, avalia o presidente do SENGE-RS.

Azambuja destaca como fundamental as definições sobre quem coordenará efetivamente este processo, que é bastante complexo, e necessita deefinir o cronograma geral e atribuir as responsabilidades de execução das obras. “ O SENGE-RS manifesta sua preocupação e entende que não há tempo a perder. É necessário que os projetos sejam priorizados, elaborados, passando por todas as etapas de aprovação, o que normalmente é um processo lento. As obras são de extrema importância para a cidade de Porto Alegre e para o Estado do RS, e significam empregos, desenvolvimento e melhor qualidade de vida, portanto imprescindíveis para a sociedade. A copa é uma oportunidade de aceleração e concretização destas necessidades", destaca Azambuja.

 

Jornalista Responsável: Fernando Antunes

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