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SENGE COBRA ESCLARECIMENTOS SOBRE DEMISSÕES E TRANSFERÊNCIA DO PATRIMÔNIO DA CIENTEC

Dando sequência às negociações coletivas com a Comissão Especial do governo que trata da extinção das fundações do Estado, nesta sexta-feira (10) o diretor do SENGE, Diego Oliz, participou de reunião que discutiu o futuro dos empregados da CIENTEC.

A negociação foi garantida judicialmente pelo SENGE, que conquistou a abrangência aos engenheiros das liminares interpostas por outras entidades, impedindo que os servidores sejam demitidos sem negociação coletiva prévia. Reconheceu ainda a legitimidade do SENGE em tutelar direitos dos profissionais de Engenharia que pertencem ao quadro das referidas fundações.

Acompanhado do delegado sindical e empregado da CIENTEC, João Leal Vivian, e do advogado Adroaldo da Costa Neto, o diretor Oliz voltou a criticar a condução do pacote de medidas apresentado pelo governador Sartori, sem a devida transparência e diálogo com a sociedade. Tampouco foi calculado o real prejuízo que a extinção dessas fundações irá acarretar ao Estado, como no caso da CIENTEC que tem atuação destacada no âmbito da pesquisa e ainda presta serviços de análise e emissão de laudos para diversos clientes.

O dirigente do Sindicato solicitou informações completas dos funcionários da CIENTEC, especialmente dos enquadrados como estáveis. Exigiu ainda esclarecimentos sobre o que será feito com as pesquisas e atividades desenvolvidas pela fundação, assim como os equipamentos e todo o patrimônio da entidade. Alertou que o SENGE se manterá atento aos próximos passos do governo no sentido de denunciar aos órgãos de fiscalização e à sociedade tentativas de contratação de empresas privadas para as mesmas atividades desempenhadas pela CIENTEC que desqualifiquem o discurso oficial de redução de custos e ajuste financeiro.

Estavam presentes na reunião o presidente da fundação, Marc Richter, e representantes do SEMAPI, Procuradoria Geral do Estado e do Grupo de Assessoramento Estadual (GAE).

 

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