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SENGE E GOVERNO DO ESTADO DISCUTEM FUTURO DOS EMPREGADOS E DAS ATIVIDADES DA METROPLAN

O encontro dá início às negociações coletivas com os sindicatos, conforme determinou a Justiça do Trabalho, e atende liminar ajuizada pelo SENGE que garantiu a proibição da demissão dos colegas METROPLAN sem negociação prévia.

Nesta quinta-feira (9) o diretor de Negociações Coletivas do SENGE, Diego Oliz, participou de reunião para discutir o futuro dos engenheiros da METROPLAN e do trabalho desenvolvido pela instituição, que faz parte do grupo de fundações que serão extintas pelo governo do Estado. O encontro dá início às negociações coletivas com os sindicatos, conforme determinou a Justiça do Trabalho, e atende liminar ajuizada pelo SENGE que garantiu a proibição da demissão dos colegas METROPLAN sem negociação prévia.

Além do diretor Oliz, estavam presentes o SEMAPI e a Frente Jurídica em Defesa das Fundações, e representantes da Procuradoria-Geral do Estado, do Grupo de Assessoramento Estadual (GAE) e o presidente da METROPLAN, Pedro Bisch Neto.

O dirigente do SENGE voltou a criticar o desrespeito com que vem sendo tratados os quadros técnicos pelo governo, que há algum tempo colocou a culpa da crise das finanças públicas nos ombros dos servidores e decidiu promover a demissão em massa em um momento de recessão econômica. Também exigiu detalhes sobre como serão absorvidas as funções da METROPLAN pelos demais órgãos, os projetos, convênios e iniciativas em andamento, assim como os equipamentos e o patrimônio da fundação, sem prejuízo à sociedade e sem gerar mais custos aos cofres públicos com contratações e consultorias externas.

Por fim, o diretor entregou um documento solicitando todas as informações dos empregados e questionou as condições em que serão transferidas as atividades da METROPLAN e o destino dos empregados estáveis, questões às quais o Sindicato se manterá atento.

 

 

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